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	<title>Comments on: Reflexões sobre &#8220;Quanto custa o gratuito&#8221;</title>
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	<description>por Marcia Tosta Dias e Juliano Polimeno</description>
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		<title>By: Michel Nicolau</title>
		<link>http://industriafonografica.com.br/?p=15&#038;cpage=1#comment-6</link>
		<dc:creator>Michel Nicolau</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 10:17:49 +0000</pubDate>
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		<description>Marcia e Juliano,


que honra ter dado o pontapé inicial para esta discussão. Ainda mais uma discussão feita por pessoas tão competentes como vocês (o livro da Marcia é uma referência para mim nesta área) e que tiveram a sabedoria de abrir para o público; uma decisão  de quem entende as oportunidades e os limites do mundo digital. Queria de início agradecer sinceramente a menção ao meu texto. 

Contudo, não quero aqui voltar ao texto, mas sim partir realmente das discussões que já estão no blog. 

Eu acho que pensar na conjunção entre software e hardware é sim importante e vocês têm razão, mas talvez seja importante colocar um terceiro elemento: o fonograma em si, hoje como objeto autônomo de análise. Em um certo momento a indústria fonográfica tinha o controle sobre o hardware (ou seja, definia como seria o sistema reprodutor de som), o software (definia qual seria o suporte no qual o som estaria) e também o fonograma (em termos editoriais, pois, especialmente as majors, possuem grandes editoras, mas também em termos fono-mecânicos). A Marcia mostra muito bem no livro &quot;Os Donos da Voz&quot; quando a IF terceiriza a produção do hardware e de boa parte do software, como o Juliano já apontou. Mas há dois pontos aqui importantes: 1. Esta terceirização não significou descontrole. Ao contrário, os estúdios de um lado e os provedores de tecnologia de outro ainda operavam segundo as ordens da IF. 2. Ao mesmo tempo, as majors aumentavam seu controle sobre os catálogos existentes, comprando diversas editoras e se tornando proprietária de boa parte do patrimônio mundial da música gravada. 

O que me parece que ocorre hoje é que se de um lado o software e o hardware passaram a ser controlados pelas indústrias de tecnologia e comunicação, por outro lado as gravadoras/editoras lutam por fazerem seus catálogos valorizados. Se isso cria todo o confronto, que ainda existe entre a IF e as indústrias de tecnologia e comunicação (ITC), também cria a necessidade de entendimento entre elas, pois uma detém o conteúdo (histórico, pois o atual já nem tanto), enquanto a outra detém a forma. Acho que é neste campo de tensão que a análise deve se centrar. 

Então podemos reconhecer que as três maiores gravadoras do mundo (SonyBMG), Universal e Warner pertencem a grandes grupos de mídia que controlam os tais software e hardware e que com eles geram muito mais dinheiro do que com o fonograma em si. Vejamos: a maior gravadora do mundo, a Universal que na década de 90 pertencia ao grupo de bebidas Seagram foi comprada (depois da falência deste grupo) pelo maior grupo de mídia da França: Vivendi. Esta Vivendi é a segunda maior operadora de celulares na França (e a maior em outros países, como Marrocos), a maior fabricante de videogames do mundo (a Activision) e dona do Canal +. Um dos videogames que a Activision fabrica é o Guitar Hero. Vejam que Games + Celular + TV são todos sofwares e hardwares de música, que, aliás, hoje se confundem. Bem, juntos estes três braços da Vivendi geraram para o conglomerado em 2008 20 bilhões de euros. A Universal (gravadora e editora) gerou 4,65 bilhões de euros. Me baseio no relatório da Vivendi. 

Pego rapidamente o exemplo da Sony. Eletrônicos representam 64% do faturamento; Games 12%. Música...(no relatório está na rubrica &quot;outros&quot;, só descobre se fuçar): 3,9%. 

Isso poderia nos levar a pensar que a IF está então subjugada a ITC, ou seja, que o fonograma perde seu valor de mercado e se torna meramente o atrativo para a compra do que interessa. Contudo, como os sociólogos institucionalistas já nos ensinaram a coisa não é assim tão racional. Historica, social e economicamente há motivos suficientes para acreditar que a música manterá seu valor. O patrimônio que representa os 700 mil Copyrights que a UMG detém já é suficiente para esta afirmação. Há uma estrutura que precisa ser mantida, embora modificada. Contudo, o que se vê é que o que restou para a IF em si é realmente o fonograma. O software e o hardware são definidos fora de sua alçada de influência, dentro da ITC. E já não se modela o software como forma de vender mais fonograma, mas se modela o fonograma para se vender mais software e o software para se vender mais hardware, dependendo dos interesses.

Por isso eu argumento que o iTunes é interessante para a Apple pois permite uma forma de &quot;dar&quot; música legalmente em troca da compra do iPod. Digo dar, pois boa parte das músicas &quot;vendidas&quot; no iTunes são feitas por promoção (Pepsi, Coca, etc). Também digo &quot;dar&quot;, pois o software do iTunes permite a organização de music libraries, indepdendente de onde vem a música (pode ser pirata, inclusive). Afinal, a vende música pelo iTunes é limitada a poucos países (no Brasil não se pode), enquanto a venda de iPod é global. Mas também digo dar, pois o iTunes legimita uma prática que permite com que o fonograma possa ser visto como algo sem valor em si. Isso vai legitimar todos os sites de streaming e de UGC (user generated content) que tanto alimenta os desejos dos consumidores do Mac. 

Por isso também que neste ano no Midem - a maior feira de música da indústria fonográica - havia 4 mil exibidores a menos do que há 3 anos. Ainda, praticamente todas as palestras (concorridíssimas) eram com pessoas ligadas a ITC. A de encerramento do MidemNet foi feita por representantes do Youtube e do Spotity, ambos &quot;ensinando&quot; a IF como fazer dinheiro na nova realidade. Aliás, uma nova realidade na qual a palavra &quot;vender&quot; desaparece. Agora se fala em &quot;monetizing&quot;. Isso já diz muito. 

Acho que já escrevi demais. Perdão pela falta de organização do texto, mas acho que é mais para jogar idéias para o debate mesmo, né?

Abs, Michel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Marcia e Juliano,</p>
<p>que honra ter dado o pontapé inicial para esta discussão. Ainda mais uma discussão feita por pessoas tão competentes como vocês (o livro da Marcia é uma referência para mim nesta área) e que tiveram a sabedoria de abrir para o público; uma decisão  de quem entende as oportunidades e os limites do mundo digital. Queria de início agradecer sinceramente a menção ao meu texto. </p>
<p>Contudo, não quero aqui voltar ao texto, mas sim partir realmente das discussões que já estão no blog. </p>
<p>Eu acho que pensar na conjunção entre software e hardware é sim importante e vocês têm razão, mas talvez seja importante colocar um terceiro elemento: o fonograma em si, hoje como objeto autônomo de análise. Em um certo momento a indústria fonográfica tinha o controle sobre o hardware (ou seja, definia como seria o sistema reprodutor de som), o software (definia qual seria o suporte no qual o som estaria) e também o fonograma (em termos editoriais, pois, especialmente as majors, possuem grandes editoras, mas também em termos fono-mecânicos). A Marcia mostra muito bem no livro &#8220;Os Donos da Voz&#8221; quando a IF terceiriza a produção do hardware e de boa parte do software, como o Juliano já apontou. Mas há dois pontos aqui importantes: 1. Esta terceirização não significou descontrole. Ao contrário, os estúdios de um lado e os provedores de tecnologia de outro ainda operavam segundo as ordens da IF. 2. Ao mesmo tempo, as majors aumentavam seu controle sobre os catálogos existentes, comprando diversas editoras e se tornando proprietária de boa parte do patrimônio mundial da música gravada. </p>
<p>O que me parece que ocorre hoje é que se de um lado o software e o hardware passaram a ser controlados pelas indústrias de tecnologia e comunicação, por outro lado as gravadoras/editoras lutam por fazerem seus catálogos valorizados. Se isso cria todo o confronto, que ainda existe entre a IF e as indústrias de tecnologia e comunicação (ITC), também cria a necessidade de entendimento entre elas, pois uma detém o conteúdo (histórico, pois o atual já nem tanto), enquanto a outra detém a forma. Acho que é neste campo de tensão que a análise deve se centrar. </p>
<p>Então podemos reconhecer que as três maiores gravadoras do mundo (SonyBMG), Universal e Warner pertencem a grandes grupos de mídia que controlam os tais software e hardware e que com eles geram muito mais dinheiro do que com o fonograma em si. Vejamos: a maior gravadora do mundo, a Universal que na década de 90 pertencia ao grupo de bebidas Seagram foi comprada (depois da falência deste grupo) pelo maior grupo de mídia da França: Vivendi. Esta Vivendi é a segunda maior operadora de celulares na França (e a maior em outros países, como Marrocos), a maior fabricante de videogames do mundo (a Activision) e dona do Canal +. Um dos videogames que a Activision fabrica é o Guitar Hero. Vejam que Games + Celular + TV são todos sofwares e hardwares de música, que, aliás, hoje se confundem. Bem, juntos estes três braços da Vivendi geraram para o conglomerado em 2008 20 bilhões de euros. A Universal (gravadora e editora) gerou 4,65 bilhões de euros. Me baseio no relatório da Vivendi. </p>
<p>Pego rapidamente o exemplo da Sony. Eletrônicos representam 64% do faturamento; Games 12%. Música&#8230;(no relatório está na rubrica &#8220;outros&#8221;, só descobre se fuçar): 3,9%. </p>
<p>Isso poderia nos levar a pensar que a IF está então subjugada a ITC, ou seja, que o fonograma perde seu valor de mercado e se torna meramente o atrativo para a compra do que interessa. Contudo, como os sociólogos institucionalistas já nos ensinaram a coisa não é assim tão racional. Historica, social e economicamente há motivos suficientes para acreditar que a música manterá seu valor. O patrimônio que representa os 700 mil Copyrights que a UMG detém já é suficiente para esta afirmação. Há uma estrutura que precisa ser mantida, embora modificada. Contudo, o que se vê é que o que restou para a IF em si é realmente o fonograma. O software e o hardware são definidos fora de sua alçada de influência, dentro da ITC. E já não se modela o software como forma de vender mais fonograma, mas se modela o fonograma para se vender mais software e o software para se vender mais hardware, dependendo dos interesses.</p>
<p>Por isso eu argumento que o iTunes é interessante para a Apple pois permite uma forma de &#8220;dar&#8221; música legalmente em troca da compra do iPod. Digo dar, pois boa parte das músicas &#8220;vendidas&#8221; no iTunes são feitas por promoção (Pepsi, Coca, etc). Também digo &#8220;dar&#8221;, pois o software do iTunes permite a organização de music libraries, indepdendente de onde vem a música (pode ser pirata, inclusive). Afinal, a vende música pelo iTunes é limitada a poucos países (no Brasil não se pode), enquanto a venda de iPod é global. Mas também digo dar, pois o iTunes legimita uma prática que permite com que o fonograma possa ser visto como algo sem valor em si. Isso vai legitimar todos os sites de streaming e de UGC (user generated content) que tanto alimenta os desejos dos consumidores do Mac. </p>
<p>Por isso também que neste ano no Midem &#8211; a maior feira de música da indústria fonográica &#8211; havia 4 mil exibidores a menos do que há 3 anos. Ainda, praticamente todas as palestras (concorridíssimas) eram com pessoas ligadas a ITC. A de encerramento do MidemNet foi feita por representantes do Youtube e do Spotity, ambos &#8220;ensinando&#8221; a IF como fazer dinheiro na nova realidade. Aliás, uma nova realidade na qual a palavra &#8220;vender&#8221; desaparece. Agora se fala em &#8220;monetizing&#8221;. Isso já diz muito. </p>
<p>Acho que já escrevi demais. Perdão pela falta de organização do texto, mas acho que é mais para jogar idéias para o debate mesmo, né?</p>
<p>Abs, Michel.</p>
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		<title>By: Marcia</title>
		<link>http://industriafonografica.com.br/?p=15&#038;cpage=1#comment-5</link>
		<dc:creator>Marcia</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 12:49:43 +0000</pubDate>
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		<description>Hey, Leoni! Sua visita é uma honra, assim como será a sua parceria no debate! Valeu a acolhida!
Abração,
Marcia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hey, Leoni! Sua visita é uma honra, assim como será a sua parceria no debate! Valeu a acolhida!<br />
Abração,<br />
Marcia</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Leoni</title>
		<link>http://industriafonografica.com.br/?p=15&#038;cpage=1#comment-4</link>
		<dc:creator>Leoni</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 01:32:29 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo blog. Vou passar sempre por aqui para acompanhar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo blog. Vou passar sempre por aqui para acompanhar.</p>
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	<item>
		<title>By: Marcia</title>
		<link>http://industriafonografica.com.br/?p=15&#038;cpage=1#comment-3</link>
		<dc:creator>Marcia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Feb 2010 13:17:57 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Henrique!
Obrigada pela acolhida! Que bom ter você por aqui!
Muito boa a sua pergunta; inclusive, lança luz sobre uma dimensão pouco explorada do problema, que é a conceitual. Foram trazidos para o estudo da música gravada conceitos/ nomenclatura propostos pelas ciências da informação, sem as necessárias adequações. A primeira vez que tomei contato com a aplicação do duo hard/soft ao estudo dos media, nesses termos, foi com o livro de Patrice Flichy (Las multinacionales del audiosvisual, 1982). Aqui o software (tal como em Flichy) se aproxima, em princípio, à forma-conteúdo que você define “em termos digitais”. De um suporte físico que concentra saberes e técnicas específicos, passa-se ao formato (a dimensão mais estética e artística da coisa) para se chegar finalmente ao conteúdo musical. Uma mesma forma (p.ex. o disco) de configurações físicas e técnicas dadas e seus conteúdos os mais variados. Na parte analógica da história da música gravada, o alcance do conteúdo esteve sempre originalmente vinculado a um hard (quase que sem chance de ser diferente, por mais que seja difícil afirmar categoricamente isso). Mas é a regra geral. Mudanças e melhoramentos técnicos em um, definiam transformações em outro. Esse vínculo garantiu às grandes companhias fonográficas o lugar que sempre ocuparam, inclusive como propositoras majoritárias de conteúdo – essa, no fundo, a questão que de fato interessa para mim! Em certo sentido, tudo isso parece óbvio demais, mas será? 
É a distensão nessa vinculação antes inexorável que o digital trouxe definitivamente. Aí sim, o conteúdo não se confunde mais com o software, assim como não está mais obrigatoriamente apegado ao hard. Portanto, essas sintonias finas devem ser identificadas e melhor conceituadas pelos interessados em entender o movimento e, no caso que nos inquieta aqui, para poder perceber iniciativas que buscam reeditar a conjunção - em outras bases e dimensões – como se pode ver em ações de empresas como a Apple (ipod+iTunes) e as companhias de telefonia celular. É isso para começarmos! 
Mais uma vez, obrigada!
Beijão,
Marcia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Henrique!<br />
Obrigada pela acolhida! Que bom ter você por aqui!<br />
Muito boa a sua pergunta; inclusive, lança luz sobre uma dimensão pouco explorada do problema, que é a conceitual. Foram trazidos para o estudo da música gravada conceitos/ nomenclatura propostos pelas ciências da informação, sem as necessárias adequações. A primeira vez que tomei contato com a aplicação do duo hard/soft ao estudo dos media, nesses termos, foi com o livro de Patrice Flichy (Las multinacionales del audiosvisual, 1982). Aqui o software (tal como em Flichy) se aproxima, em princípio, à forma-conteúdo que você define “em termos digitais”. De um suporte físico que concentra saberes e técnicas específicos, passa-se ao formato (a dimensão mais estética e artística da coisa) para se chegar finalmente ao conteúdo musical. Uma mesma forma (p.ex. o disco) de configurações físicas e técnicas dadas e seus conteúdos os mais variados. Na parte analógica da história da música gravada, o alcance do conteúdo esteve sempre originalmente vinculado a um hard (quase que sem chance de ser diferente, por mais que seja difícil afirmar categoricamente isso). Mas é a regra geral. Mudanças e melhoramentos técnicos em um, definiam transformações em outro. Esse vínculo garantiu às grandes companhias fonográficas o lugar que sempre ocuparam, inclusive como propositoras majoritárias de conteúdo – essa, no fundo, a questão que de fato interessa para mim! Em certo sentido, tudo isso parece óbvio demais, mas será?<br />
É a distensão nessa vinculação antes inexorável que o digital trouxe definitivamente. Aí sim, o conteúdo não se confunde mais com o software, assim como não está mais obrigatoriamente apegado ao hard. Portanto, essas sintonias finas devem ser identificadas e melhor conceituadas pelos interessados em entender o movimento e, no caso que nos inquieta aqui, para poder perceber iniciativas que buscam reeditar a conjunção &#8211; em outras bases e dimensões – como se pode ver em ações de empresas como a Apple (ipod+iTunes) e as companhias de telefonia celular. É isso para começarmos!<br />
Mais uma vez, obrigada!<br />
Beijão,<br />
Marcia</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Henrique</title>
		<link>http://industriafonografica.com.br/?p=15&#038;cpage=1#comment-2</link>
		<dc:creator>Henrique</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 13:17:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://industriafonografica.com.br/?p=15#comment-2</guid>
		<description>Ótima notícia o lançamento do blog! Essa discussão é muito bem vinda. Rapidamente...uma questão: fiquei um pouco inquieto com o par hard/software. Com relação à indústria da era analógica, quando vocês falam em software voces estão se referindo a o quê? Ao conteúdo? Em termos digitais, o software já é, por si, uma forma-conteúdo específica (efetiva a interface homem-máquina de uma determinada maneira) e mantém relações diversas com o conteúdo transmitido. Assim, não seria necessário acrescentar outros elementos a essa composição, já que o conteúdo (música, imagem) não se confunde com o software? Seguimos...abraços,
Henrique</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima notícia o lançamento do blog! Essa discussão é muito bem vinda. Rapidamente&#8230;uma questão: fiquei um pouco inquieto com o par hard/software. Com relação à indústria da era analógica, quando vocês falam em software voces estão se referindo a o quê? Ao conteúdo? Em termos digitais, o software já é, por si, uma forma-conteúdo específica (efetiva a interface homem-máquina de uma determinada maneira) e mantém relações diversas com o conteúdo transmitido. Assim, não seria necessário acrescentar outros elementos a essa composição, já que o conteúdo (música, imagem) não se confunde com o software? Seguimos&#8230;abraços,<br />
Henrique</p>
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